Pokémon GO como Estratégia de Marketing local

Aprenda a usar os pokémons para atrair clientes

Olá, você deve estar acompanhando a febre que está sendo o lançamento do jogo para celular Pokémon GO, se não, irei te falar o seguinte, em apenas 2 dias de lançamento ele já passou aplicativos famosos como o Tinder, aquele app para paquerar pessoas na proximidade.
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O que é ser CRIATIVO, para mim

O que é ser criativo? Algum amigos, a maioria designer gráficos, quando olham para um trabalho, ou mesmo uma ilustração ou peça gráfica exclamam: – Puxa, que criativo!! – ou – Que trabalho legal! – e logo em seguida vem com uma lamentação: – Puxa, queria eu poder fazer trabalhos tão criativos assim.

O que a grande maioria esquece é que um trabalho criativo depende muito do problema do cliente, dos recursos e principalmente da aprovação deles.

Na empresa onde trabalho atualmente, um setor voltado para o público infanto-juvenil e evangélico, há sempre um grande desafio, grande mesmo. Nós temos que montar todos os meses um jornal e um planejamento para as aulas domínicas. O problema aqui cai em primeiro lugar que temos quer ser muito criteriosos com o tipo de ilustrações e grafismos que vamos usar, cores também é claro. Outro é que para uma equipe que trabalha mais de dois anos no mesmo jornal parece ver se repetir alguns temas, como Dia das Mães, Dia dos Pais, Páscoa, Natal e as datas comemorativas da instituição. Muitos dos meus colegas reclamam: – puxa novamente Dia das Pais – Que capa vou fazer? – Ah! Novamente, Independência do Brasil. O que muitos se esquecem é que nestes casos é que podemos realmente exercer nossa criatividade e digo mais são nessas horas que podemos ver quem são realmente criativos, pois acredito que seja muito mais simples ou fácil ser “criativo” quando se pode fazer o que quer, isso para mim esmera a arte plástica, onde o indivíduo pode expressar seus sentimentos usando os meios disponíveis. Nós DG, até podemos em nossos projetos pessoais, mas acredito que não devemos em projetos de nossos clientes, afinal de contas não é nosso e sim deles. Voltando ao assunto principal, quando um de meus amigos falam sobre isso gosto de lembrar que a Rede Globo todos os anos faz a mesma coisa no fim de ano, isso além de todo ano termos o especial do Roberto Carlos. E mais lembro que na Grécia antiga se lia a mesma peça. O que devemos fazer nesse caso é sermos realmente criativos e dar uma roupagem nova a capa a matéria, usarmos as mesmas linguagens de forma nova tentar transmitir ao leitor a mesma informação de maneira atrativa e inovadora. Acredito que este seja realmente a função de uma bom DG, criativo e profissional.

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eBooks no InDesign CS4 | Crie documentos para eReaders como Kindle e iPad

eBooks no InDesign CS4 – parte 1Muito se tem falado e escrito sobre os livros digitais – eBooks e o impacto desse produto no atual modelo de negocio das editoras e livrarias, sem dúvida temos o privilégio de participar de mais uma mudança em nossos hábitos pela presença da tecnologia.

Adicionar marcadores, anotações, controles sobre o tamanho e tipo da fonte utilizada, somado aos recursos de multimidia, mobilidade – ter acesso as publicações preferidas num mesmo dispositivo, seja no computador, smartphone ou num eReader e portabilidade – para eBooks desbloqueados, ou seja, sem DRM (Digital Rights Management – conheça mais aqui). Fecham a lista dos principais beneficios dos atuais eBooks.

Nesta primeira parte vou dizer quais os recursos do InDesign CS4 podem ser utilizados na criação de eBooks e como designers / diagramadores devem utilizar esses recursos para otimizar a performance de seus eBooks em diferentes leitores digitais – e Readers.

E na segunda parte do artigo trarei dicas e macetes sobre a exportação e formatação de imagens e vetores para o formato EPUB.

Mas antes uma explicação conceitual.

PDF eBooks x EPUB eBooks

Muitos designers gráficos / diagramadores devem, ainda, associar o eBook ao formato PDF. O que não está errado, visto que o PDF é o formato padrão para distribuição de documentos via internet, com recursos de multimidia e interatividade. Perfeito para eBooks! O que limita o PDF neste segmento é a sua estrutura baseada no layout de página, o que o torna ideal para visualização em computadores, mas extremamente limitado para a leitura de documentos em eReaders – agravado pela diferença de modelos existente no mercado.

Hoje o forte apelo do eBook é a mobilidade, ter ao alcance das mãos seus livros e publicações preferidos a qualquer hora e local. Recurso possível graças aos eReaders – dispositivos móveis de leitura. Nos últimos cinco anos a oferta de eReaders cresceu muito, com produtos de características distintas para: tamanho de tela; resolução; acesso à internet; capacidade de memória; recursos multimidia, entre outros.

Contudo, se por um lado os eReaders estão numa miríade de modelos, por outro o mercado sinaliza a adoção de um formato padrão para eBooks – EPUB.

Veja lista dos principais eReaders que reconhcem o formato EPUB no link http://www.adobe.com/products/digitaleditions/devices/

O formato EPUB (eletronic publication) é capaz de se adaptar as diferenças existentes entre os eReaders, através de um fluxo contínuo de texto que flui pela tela dos dispositivos indiferente de seu formato, resolução, espaço de cor, recursos interativos, entre outros. Sendo construído com base em tecnologia já existente, como XML, XHTML e CSS, entre outras.

Numa primeira análise seria o EPUB um “minisite”? Talvez. Mas, uma coisa é certa: a linguagem XML se consolida como padrão para produção de arquivos cross-media com InDesign. E não é exagero dizer que designers gráficos, que queiram atuar no mercado de eBooks e cross-media devam estar interados sobre esses padrões do W3C -. A tão aclamada convergência de midias, torna-se cada vez mais presente.

A seguir descrevo como os rincipais recursos do InDesign funcionam (ou não) para exportação de EPUB.

Criação do EPUB

Pra começar existe uma diretriz básica, crucial, que diferencia o eBook de sua versão impressa.

Não há como um eBook incorporar a numeração de páginas de sua versão impressa. Então, não existe uma relação entre o uso da numeração no livro impresso e sua versão eBook.

Essa característica é fundamental para definir um range de páginas para impressão, bem como, utilizar um sumário dentro do documento. [Esses atributos seram vistos na segunda parte deste post]

A característica de texto corrido do EPUB descarta, de imediato, alguns tradicionais recursos de layout do InDesign:

  • Numeração automática
  • Páginas mestras
  • Quebra de página
  • Sumários criados pelo comando de Menu Layout > Table of Content (TOCs)
  • Elementos criados no próprio InDesign
  • Formatação local de texto
  • Posição exata das imagens (a menos que estejam ancoradas)

Layout de Página

Designers precisam estar conscientes que o resultado do EPUB sempe irá se diferenciar do layout impresso, com exceção de layouts muito simples. Diagramações mais complexas, com recursos de texto ao contorno; capitulares com imagens, textos sobre imagens, serão descartados em função de se manter o fluxo contínuo de texto.

Nota: Nesses casos é válido considerar a ideia de se trabalhar com dois arquivos de InDesign. Um para versão impressa e outro para EPUB.

Alguns eReaders interagem no layout das publicações, como o ADE – Adobe Digital Editions, que cria colunas automaticamente quando o usuário reduz o tamanho da fonte abaixo de certo ponto; o Stanza eReader permite controlar a largura das margens. Enfim pequenas alterações de layout devem ser esperadas de acordo com eReader utilizado.

A primeira coisa a ser feita num arquivo de InDesign é trabalhar com 1 único frame de texto por página, todos linkados formando uma grande – e única – matéria com texto contínuo.


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Textos linkados numa só matéria por todo documento.

Numeração de páginas

Devido à característica do EPUB de se adaptar a diferentes telas fica impossível determinar a quantidade de páginas que o eBook terá em cada eReader. Alguns dispositivos adicionam numeração ao documento, recalculando o número de páginas a cada alteração do tipo e/ou tamanho da fonte escolhida pelo usuário.

Quebra de página

Considerando que o EPUB não tem uma estrutura de página, todo conteúdo flui continuamente por toda publicação. Então, como inserir divisão de capitulos ou seções informando o inicio e fim de um bloco de texto?

Fácil. A solução para esse dilema chama-se: Book. Tal recurso é localizado no Menu File> New> Book. Permite combinar vários arquivos do InDesign que irão representar diferentes capitulos e seções da publicação.


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A paleta Book pode reunir vários arquivos de InDesign. Cada arquivo será uma seção no formato EPUB. Ao final do trabalho todos são exportados diretamente pela própria paleta.

Objetos Ancorados

A maneira correta de integrar texto e imagens no EPUB é utilizar o recurso de objeto ancorado. Caso contrário, todas as imagens irão para fim do documento!

Para criar um objeto ancorado proceda desta forma: 1 – Selecione o frame da imagem/objeto no layout do InDesign, com a ferramenta Selection; 2 – Aplique um recortar Ctrl+ X / Cmd+X; 3 – Posicione o cursor de texto no local onde deseja inserir a imagem/objeto; 4 – Finalize com um colar Ctrl+V / Cmd+V. Pronto! Sua imagem está ancorada e fluirá junto com o texto, mantendo sua posição original não importa o formato de tela do eReader. [Voltaremos neste tópico no próximo boletim]

Formatação do texto

Para muitos designers esta é a parte mais decepcionante, pois a tipografia e formatação definida no InDesign pode ser drasticamente alterada, conforme o tipo de eReader.

Algumas mudanças são comuns a maior parte dos aparelhos: alteração do tipo e tamanho da fonte e do plano de fundo. Outras, menos comum, permitem alterar a formatação, como tipos de alinhamento, entrelinha, espaço entre parágrafos e endentações. Enfim, total controle nas mãos dos leitores.

Por causa disso, é altamente recomendado testar seus EPUB em diferentes eBooks (quando possível), para visualizar e corrigir qualquer conflito que possa existir.

No mínimo escolha um dispositivo para cada tecnologia de EPUB existente:

as baseadas em browser – conhecidas como Webkit (Bookworm, Ibis Reader, EPUBReader pro Firefox); já o Adobe Mobile cobre os dispositivos com tecnologia e-ink (Coo-ler, Sony, Cybook, entre outros).

Felizmente, nem tudo está perdido! Através dos estilos de Parágrafo e Caracter é possível manter “certo” controle da formatação do texto – ao menos inicial. Veja o próximo tópico.

Estilos de parágrafo e caractere

Para a exportação do EPUB, mandatoriamente, todo texto deve ser formatado com o uso de estilos de parágrafo e/ou caractere, mesmo frases ou palavras com formatação única em todo documento. Com base nos estilos o InDesign irá compor os CSS – Cascading Styles Sheets, que determinam a formatação de texto nos arquivos EPUB.


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A criação de estilos no InDesign é etapa primordial na construção de um EPUB

Fontes

É possível embutir as fontes utilizadas no layout para os arquivos EPUB e assim visualizar em seus eBooks a tipografia que voce definiu para o trabalho. Contudo, nem todos os eReaders suportam as fontes embutidas no EPUB.

De qualquer forma, mesmo não reconhecendo as fontes embutidas, por exemplo a fonte “Myriad Pro Bold” será trocada pela “Times Bold”, mantendo a formatação, num eReader que utiliza a Times com fonte padrão.

Nota: Trabalhe preferencialmente com fontes Open Type (você identifica uma fonte OpenType pela terminação PRO em seu nome), fontes True Type nem sempre são suportadas e jamais utilize fontes PostScript.

Observação: Notem que o legado da linguagem PostScript, toda sua funcionalidade e recursos tão utilizados na área gráfica, não são necessários – tão pouco bem vindos – no ambiente digital dos eBooks.

Adicionar Metadados

Metadados é parte fundamental da estrutura dos eBooks. Nele é possível inserir informações sobre o autor; título; descrição; copyright e o mais importante: torna o eBook pesquisável na web. O InDesign pode incluir metadados automaticamente quando exporta para EPUB, basta que as informações sejam inseridas no menu File > File Info. Veja que o diálogo do File Info possui várias seções, contudo apenas a aba Description será inserida no EPUB.


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É através dos metados que seu eBook será localizado na web. Esta informação também é exibida na maioria dos eReaders.

Nota: Se voce esta exportando um eBook pela paleta Book atente para marcar como origem o arquivo que possui as informações de metadados (aquele que tem um pequeno icone do lado esquerdo da Paleta Book), caso contrário as informações não serão inseridas no EPUB.

Bem, por enquanto fico por aqui. Espero ter esclarecido as principais caracteristicas na criação de um documento no InDesign para exportação em EPUB.

No próximo boletim veremos os detalhes da tela de exportação e como inserir imagens e objetos no seu layout e a criação do Sumário como barra de navegação (box vermelho), como na imagem abaixo. Até breve!


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Indesign CS4

Como sabemos o indesign CS4 já foi lançado e com ele muitas novidades para facilitar a vida de nós diagramandores/deisgners editoriais. Mas quais são estas novidades? Bem, Dê um pulo no site da adobe e veja por si mesmo (www.adobe.com/br/products/indesign). Dentre as novidades que posso destacar está o novo preflighting que agora mostra em tempo real o que está fora das configurações para a pré-impressão. Assim se você importar uma imagem em RGB ele ira mostrar um sinal de erro. Muito bom mesmo! Outra novidade bem vinda é o fluxo de texto inteligente, agora o indesign adiciona novas páginas conforme vai fluindo o texto.

No blog Indesign Brasil o autor explica como funcionam algumas das novidades do CS4 e também dá outras boas dicas.

Estou louco para poder estudar e aplicar estas novidades em meu dia-a-dia e ver se há como transformar algumas coisas mais faceis.

Como os designers podem ganhar dinheiro com editoras

Achei esta matéria muito boa, ainda não comprei minha revista deste mês, mas com toda certeza irei comprar. Este é um assunto que volta e meia discuto com alguns amigos. Ponto certeiro para a revista Professional Publish.

Retirado do site da Professional Publish

A maioria das editoras não possui designers internos e contrata profissionais no mercado de acordo com a necessidade

Por José Jardim

Segundo no que tange aos preços de venda de seus produtos, o mercado editorial difere bastante de outros segmentos que desenvolvem produtos ligados à autoria e entretenimento como, por exemplo, os mercados fonográfico e cinematográfico. O preço de venda que se pode atribuir a um livro é bastante limitado (com exceção dos livros de arte e dos coffee tables – publicações que ficam à disposição para leitura em locais de espera), e isso se reflete diretamente na verba que uma editora de livros dispõe para a produção.
Além dos custos industriais básicos, como papel e impressão, a edição de um livro consome grande parte da verba na fase da produção editorial. Os recursos são divididos entre os serviços de tradução, revisão, editoração eletrônica, criação de capa e projeto gráfico. Além disso, há dispêndios financeiros com a antecipação de direitos autorais, atividades operacionais, divulgação e marketing. Sendo assim, o editor procura economizar em cada etapa do trabalho e acaba contratando serviços de criação por valores modestos, o que muitas vezes surpreende os designers gráficos.
Leia a matéria completa na edição impressa (Publish 96)

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