Ontem, 05 de setembro, estive na minha querida Bienal e vamos a algumas observação sobre minha experiência.
A primeira coisa que tenho que comentar é o trajeto, fui de carro e me surpreendi com a falta de sinalização, as obras atrapalharam bastante, ainda irei de BRT para ver como está esse ano. A fila para estacionar estava grande, mas o pior era a falta de organização. Para piorar o estacionamos na grama, não fomos nós que desejamos, foi a própria organização que nos colocou lá. – JASSPPEEEEE!!! Mas era pq estava sem vaga? NÃOOOOOO!!! Tinha lugar!!!!

Vamos falar de como estava lá dentro. Este ano, senti falta de organização, principalmente na parte do atendimento, o Rio de Janeiro em si, está com grave problema de atendimento, mas isso não justifica “profissionais” mal treinados, sem saber te responder coisas simples como onde estava o café literário, me entregar o guia simplesmente não adianta. Se estivesse mega lotado até poderia entender, mas não, estava dando para se fazer o atendimento. Também não vi identificação de organizadores pela feira, com quem se pode fazer enquanto você está lá. Novamente os sanitários estavam escondidos, só mesmo quem já conhece o local sabe chagar rapidamente lá.

Um destaque que achei bem viável foi uma área para recarregar smartphones ou seus aparelhos eletrônicos, muito bem pensado para os dias de hoje. Vejo que esse tipo de recurso será cada vez mais usado.
O preço do ingresso 16 Dilmas inteira e 8 Dilmas meia, está bacana, você ainda pode trocar por desconto em alguns standes. Se você for comprar bastante livros vai conseguir tirar o do ingresso.
Alimentação, como em todos os anos, a recomendação é levar uns biscoitos, chocolates e água. Eu levei torrones, amo torrones rsrsr.

Filas, muitas filas e mais filas….

Se prepare para uma maratona de espera em filas, tudo que é bacana, tem grandes filas, mas isso já de se esperar. O café literário tem senha, mas você deve ficar na fila, para pegar autografo com Maurício de Souza, mais fila, para entrar na Panini, mais fila, e assim foi até para entrar em um stande show de bola com os fenomenais livros de colorir. Mas, valeu cada segunda na fila, aproveite para trocar informações com estiver na frente ou atrás de você sobre onde tem promoções de livros.

Livros em promoção… mas nem tanto

Para quem está pensando em ir pegar uma boa promoção, só o que tenho a dizer é… tenha muita calma. Os pavilhões além das cores estão divididos em poder econômicos rsrsrs. No primeiro pavilhão, o Verde, temos algumas editoras e standes com um preço legal, normal. Poucas promoções, mas sim, temos algumas boas, alguns livros de arte com um preço em conta e até de pequenos autores, um destaque a parte.
O pavilhão Azul, são das grandes editoras, livrarias e distribuidoras, foi onde menos se via desconto. Pelo contrário, vi livros com mesmo preço dos sites e pasmem, até maior. Isso não entendo mesmo. O grande destaque fica para o último pavilhão o laranja, o menor e também o com maior volume de promoções, aqui coleções, HQs e vários títulos a preços módicos. As editoras gaúchas também estavam aqui nesse pavilhão, para quem não sabe essas editoras são muito representativas em nosso mercado e há muitos bons títulos. O que não gostei no Laranja é que ficou com cara de uma grande SEBO, nada contra, mas poderia ter ficado mais charmoso.
A dica é pedir desconto mesmo, se não comprarmos o desconto vai aparecer, outra dica é que o mesmo livro pode ser encontrado em diversos standes, sendo assim, vale muito continuar pesquisando e marcar qual local sairá mais em conta, ou se o local aceita trocar pelo valor do ingresso. Se for professor, vale pedir o famoso desconto de professor.

Destaque para coisa que curti

Uma das coisa que notei e gostei bastante, foi a atenção aos cadeirantes, grande maioria dos standes com rampas de acesso, várias cadeiras de  roda, assim como carrinhos de bebê. Inclusão de todos, um mega ponto para a organização. As atrações para os pequenos também merece seu destaque, vi muitos personagens, rodas de contar histórias, rodas de música e teatrinhos.

Valeu a pena?

Ir a Bienal, assim como qualquer, grande evento com milhares de pessoas, há seus momentos de programa de índio, mas vale cada momento. Ao sair você só pensa em voltar no outro dia para dar mais atenção aos standes que passou e deixou para voltar na saída e acabou esquecendo.
Pretendo ir mais alguns dias e ver o que mudou de um dia para o outro e claro irei postar aqui no blog.
Vambora!
mapa_bienal

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