Candy crush, o vício


Adorei a publicação da Cora Rónai.

cora rónai | internETC.

Eu era uma senhora produtiva e bem posicionada na sociedade, com uma sólida vida cultural. Escrevia, lia, estava atualizada com as séries de televisão, ia ao cinema, fazia as refeições nas horas certas e tentava usar a internet com moderação. Sempre resisti aos apelos das amigas que queriam que eu jogasse Farmville, Pet Rescue ou Words With Friends. Eis que um dia, porém, começaram a aparecer na minha mailbox uns convites para jogar uma coisa chamada Candy Crush.

— Que bobagem! — pensava com meus botões, um tanto irritada com aquele spam interminável. — Um jogo chamado Candy Crush: isso lá é nome?!

Eu apagava as mensagens sem ler e sem prestar atenção. Uma tarde, no entanto, absolutamente entediada na sala de espera de um consultório, resolvi dar uma olhada no que era aquilo. Tragédia! Com aquele gesto inocente apertei o botão da bomba atômica, abri a caixa de Pandora…

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